Princípios da Cirurgia Robótica e Laparoscópica

  • Objetivo?

Busca incessante em adquirir refinamento e habilidade técnica através de uma terapia minimamente invasiva, que aliada a inovações tecnológicas, possa promover eficácia comparável aos procedimentos padronizados por via aberta, agregando-se a menor dor pós-operatória, rápida recuperação, redução das complicações relacionadas à ferida operatória, menor sangramento, menor tempo de hospitalização, resultados cosméticos superiores e, em alguns casos, menor custo. Com o Robô temos uma visão 3D, os instrumentos apresentam ampla liberdade de movimentos, a posição do cirurgião no console é ergonômica mantendo mãos e cotovelos descansados.
 

  • Indicação

Seleção dos pacientes: risco inerente a tais procedimentos, como a embolia gasosa fatal, hipercapnia, crepitação pós-operatória, pneumotórax, lesão intestinal térmica ou falha mecânica do robô. Critérios para conversão para cirurgia aberta: um sangramento severo, lesão intestinal, incapacidade de progredir nos tempos cirúrgicos ou risco iminente para o paciente. A avaliação cardiológica e anestesiológica são habituais para pacientes que serão submetidos a anestesia geral, e avaliação pneumológica, com prova de função pulmonar e gasometria arterial, é mandatória naqueles portadores de DPOC severa. As contraindicações absolutas para cirurgia laparoscópica são as mesmas de cirurgias por outra via de acesso, como coagulopatias incorrigíveis e doença cardiopulmonar severa descompensada, infecção da parede abdominal, hemoperitônio ou hemoretroperitônio maciço, peritonite generalizada ou ascite neoplásica. Quadro de obstrução intestinal poderá ser contraindicação a não ser que a indicação cirúrgica seja o tratamento de bridas e aderências.

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