Orquidopexia

Objetivo?

Alocar o testículo na sua posição habitual com o intuito de diminuir as chances de infertilidade e de malignidade, permitindo, ao menos, o autoexame e o diagnóstico precoce. 

Indicação

Há consenso de que a cirurgia deve ser realizada entre os 6 e 12 meses de idade. A cirurgia é o tratamento padrão, sendo as indicações mais comuns: reduzir o risco de infertilidade, reduzir ou facilitar o diagnóstico de malignidade, presença de hérnia inguinal associada, risco de torção testicular e risco de trauma. 

Antibiótico, Posicionamento do Paciente, Tipo de Anestesia e Técnica Cirúrgica

Habitualmente utiliza-se antibioticoprofilaxia (cefazolina 25mg/kg). Nos testículos palpáveis no canal inguinal a via de acesso é a inguinal e o paciente fica deitado de barriga pra cima. Alguns desses casos podemos utilizar, excepcionalmente, a via escrotal. Nos testículos não palpáveis, a via de acesso é a intra-abdominal, aberta ou vídeo-laparoscópica, esta última sendo a preferida e o paciente também fica deitado de barriga pra cima, mas com um coxim nos glúteos, as pernas semi-fletidas, joelhos levemente afastados e a cabeça um pouco mais abaixo em relação ao corpo. A anestesia é a geral associada a bloqueio caudal ou associada a bloqueio do nervo íleo-inguinal. Os princípios gerais da técnica cirúrgica, independentemente da via de acesso utilizada, são: adequada mobilização do testículo e do cordão espermático, reparo da hérnia inguinal ou persistência do conduto peritônio-vaginal e fixação da gônada na bolsa testicular.

Recuperação

A cirurgia pode ser realizada, na maioria das vezes, em sistema de curta internação (Day Hospital), com alta hospitalar no mesmo dia, e não requer qualquer preparo especial.

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